
Tudo que eu mais quero na minha vida
é você, somente você, apenas você...
*Essa e a minha historia, por tanto e real, aconteceu...
...Era uma vez um garoto chamado Artur, que morava numa cidade pequena, pouco conheçida pra muitos, mais que pra ele era grande, sim , já que seu coração ignorante si contentava com tão pouco, ele achava que a felicidade estava ali, nas coisas erradas da vida, nas coisas incertas nos momentos impropios.
Ele vivia lá nessa cidade desde que nasceu... tinha amigos,tinha familia,tinha uma vida maravilhosa, mais que asvezes ele propio a estragava,fazendo pessoas boas e que só queriam o bem dele cairem em magoas, por coisa tolas, de um adolescente bobo que não sabia o que era o amor, não sabia o que era vida,muito menos o que era viver, ele era seco... quase morto.
Se achava o tal, sempre pensava que tinha mil meninas afim dele, não pelo ponto de interesse, mais pelo fato da pessoa que ele era, mais sempre si iludia, sempre acabava com o seu coração machucado, conheçia pessoas que não tinha nada haver com ele, e jurava amor eterno, si entregava a pessoas, que nem se quer sabia do que estava falando, não tinha tato na lingua, asvezes o amor que e cego, e mentiroso e te engana ele e cego mesmo. Muitas vezes o jovem Artur pensou ter encontrado o grande amor da sua vida, muitas vezes ele pensou ser tambem amado, mais sempre si enganava, e chorava por isso, porque a dor era imensa, era uma dor sufocante, que parecia esmagar seu coração a cada segundo. A cada 'não' recebido, a cada " não vai dar certo'' concebido, aumentava a certeza de que ele não tinha uma 'Alma gemea' de que a melhor escolha era viver sosinho mesmo. Mas porque um garoto tão jovem poderia pensar assim, um garoto que ainda tinha uma vida inteira pela frente pensasse de uma forma tão medilcre.Eis a questão meu caro leitor, ele não sabia o que era viver, ele não sabia o que era amar, não sabia...ele era seco quase morto.
Artur sempre teve uma personalidade forte, seu ponto forte era falar o que pensava e magoar as pessoas, nem sempre era o que ele queria, mais ele era assim.Se erritava com coisas atoas, com coisas pequenas, criava tempestade em copos 'd'agúa, não tinha medo de nada, era confiante e sabia que ele consiguiria aquilo, uma boa qualidade que ele sempre teve foi a de ser persistente nunca desistia do que queria. Menino insâno, venenoso... ' mal companhia pra minha filha' era o que o pai da sua melhor amiga falava. Era incrivel mais naquele corpo ainda existia pureza e algum pouco de ternura, ele não era bobo, asvezes era bem inteligênte, asvezes até que um pouco de juízo aparecia, mais isso era raridade.
Até que em uma noite iludido como sempre com o coração na mão, a espera duma salvação numa festinha a fantasia qualquer, onde ele era o peter pan, o menino perdido aquele da terra do nunca até se parecia com o personagem com tais atos...
- Olha lá quem e ela? disse ele pra seu amigo o fiel Kaleb. Com cara de satisfação Kaleb disse - Aaa aquela lá gata né? e a Thaís sabe? - Eu nunca vi ela antes aqui - disse Artur um tanto impressionado. Kaleb disse: - Aaa pelo amor Artur, eu já ti disse que ela tá a quase um mês afim de você falando em você, e você fica ai na sonsidão, acorda pra vida velho.
Artur parou e olhou pra aquela menina, que era diferente de muitas, aliás era diferente de todas que ele já tinha conheçido, ela era a bailarina mais perfeita, mais pura e doce que ele já havia visto, se encantou se hipnotizou, saiu de orbita por alguns instantes, não vou dizer que se apaixonou a 1° vista, porque ele ainda não tinha processado bem os fatos acontecidos até o momento... lhe faltou ar, confesso que ele ficou bobo, piradinho, e pensou em coisas maliciosas, aqueles labios eram unicos pra ele, nada igual ele tinha visto,tão delicada,era coisa rara de se ver, ainda mais quando aqueles olhos castanhos se encontravam aos seus, ele não pensou duas vezes e foi até ela...
afinal ele sabia que era o garanhão, e que tinha qualquer uma que ele queresse, lembrem-se; ele era seco,quase morto... era um menino mal e inconveniente.
- Oi - disse ele com aquela cara lerda :B , . a menina meio timida, muito doce pro gosto dele, disse então - Oi - um oi sem graça, um oi surpreso, um oi tão inocênte, que se afogava na poluição do olhar do garoto...
Alguns segundos sem falar nada, só com olhares bobos, e indiretas marcantes . Artur si precipitou ao chegar mais perto da menina e com as mãos na cintura dela a apertou querendo-a com ele levar. Mais antes de tudo a menina se afastou e disse num tom meio alto : - Hey não e assim, me solta, tá louco? eu bem achei que você se achava, pensei que fosse diferente dos outros,pensei... pensei errado. - ela saiu decepcionada e com um ar de perda nos olhos. Artur não si empressionou, afinal, quem era ela pra falar aquilo tudo, ele nem a conheçia... ( continua no proximo post)
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DEPOIS EU ESCREVO O RESTO. (Eu nun disse amor que eu ia fazer pra você *--* te amo.
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Obrigado pra quem le :)
Abracs
Ps:. Porfavor relevem se faltou acento em alguma palavra, ou alguma coisa do tipo, sou muito ruim em português. eu sou gringo (mentira) hsuahusa